Aplicativos católicos: uma nova realidade

Os meios de comunicação modernos são muito dinâmicos e os conceitos são atualizados com uma velocidade incrível. Se alguns anos atrás você estava preocupado em entender como funcionavam as redes sociais para divulgar os eventos de sua comunidade, hoje, com certeza, a sua preocupação já é outra. As marcas mudam, tem muito modismo que precisa ser avaliado para não se perder tempo, mas precisamos estar sempre em dia para cumprir com nossa missão de “evangelizar por todos os meios possíveis, sempre atentos ao mais urgente, oportuno e eficaz” (Santo Antônio Maria Claret).

 

Há quase dez anos, em 29 de junho de 2007, foi lançado o primeiro iPhone. Apesar de não ser uma novidade exclusiva da Apple, sua repercussão abriu espaço ao uso de dispositivos móveis que não só faziam ligações, mas tinham aplicativos que ofereciam diversas funções e conteúdos. E a novidade tomou conta das ruas e hoje influencia drasticamente nossa forma de nos comunicar e ter acesso a informações. No Brasil, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), até o fim deste ano chegaremos a 236 milhões de smartphones em uso.

Então, com esse monte de gente conectada ao celular, trocando mensagens, vendo vídeos engraçados, acessando redes sociais, fazendo selfies, pagando contas, procurando Pokemóns e até usando para fazer ligações, está mais do que provado que precisamos estar lá!

Produzir um aplicativo requer boas ideias, conteúdo e investimento. Apesar de existirem ferramentas gratuitas na internet, o melhor caminho é buscar uma empresa que auxilie nesse trabalho. As opções gratuitas veiculam propaganda e são bem limitadas – então, nem sempre dão certo.

Confira, a seguir, algumas dicas para criar o seu aplicativo:

Foco

✝ Defina o objetivo do aplicativo, qual público pretende alcançar e qual tipo de conteúdo irá oferecer. O “menos é mais” funciona muito bem para esse tipo de comunicação – o Twitter começou como uma rede social de 140 caracteres.

Leveza

✝ Um aplicativo é como um programa de computador, que você baixa o arquivo e instala. Como boa parte dos smartphones tem pouca memória, os usuários não gostam de aplicativos pesados, que ocupam muita memória, que demoram para carregar ou travam. Então, tenha atenção em produzir algo com as funções que precisa, mas que não fique muito pesado.

Notificações Push
✝ São essenciais para o relacionamento com o seu público! Podem ser usadas para enviar avisos, divulgar promoções e eventos. E, dependendo do seu projeto, enviar mensagens personalizadas (ex.: a liturgia do dia).

Plataformas

✝ Os smartphones possuem plataformas diferentes e sai caro desenvolver seu aplicativo para todas. Oferecer a versão para Android e iOS é o básico. Se puder chegar ao Windows Phone, melhor ainda!

Conteúdo

✝ Se o seu aplicativo oferece notícias, por exemplo, não há sentido em ficar desatualizado por dias. Pode ser óbvio, mas vários projetos fracassam dessa forma. Não basta ter tecnologia e fazer um aplicativo moderno se depois não há uma equipe para produzir conteúdos de qualidade e com rotina.

On e Off-line

✝ O conteúdo também precisa ter a flexibilidade de ser acessado mesmo quando o usuário não está conectado à internet. Deixe uma parte configurada dentro do aplicativo, mas os dados que forem atualizados via internet, se possível, que fiquem ainda disponíveis mesmo com o aparelho desconectado.

Usuários

✝ Se couber no seu orçamento, faça um aplicativo com acesso restrito – para usuários cadastrados – para todo o conteúdo ou parte dele. Assim, você conhece melhor o seu público e amplia as possibilidades de comunicação com ele.

Atualizações

✝ Busque melhorar o aplicativo, seja resolvendo problemas técnicos ou incluindo novas funções. Inclua uma página para que os usuários enviem seus comentários para ajudá-lo nesse processo.

 

Texto: Sérgio Fernandes, CEO
Publicado originalmente na revista Ave-Maria, na edição de setembro de 2016



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