Secretário-adjunto do Vaticano para a Cultura defende o uso das redes sociais pela evangelização

O secretário-adjunto do Vaticano para a Cultura, bispo Paul Tighe, defendeu o uso das redes sociais como “expressão do sentimento da comunhão”, assinalando que a tecnologia, por si só, não resolve todos os problemas.

O prelado irlandês falava na conferência sobre os desafios culturais para a Igreja Católica num mundo digital, na Web Summit 2016, Feira Internacional de Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação, que aconteceu no Parque das Nações. Paul Tighe foi o responsável pela criação do perfil oficial do Papa Bento XVI no Twitter.

O ex-secretário do Conselho Pontifício para a Comunicação Social sustentou que o uso das redes sociais implica “respeito e diálogo”, numa lógica de aprendizagem de uns com os outros, comparando a comunicação, o relacionamento das pessoas “a magia, a um ritual”.

Para o bispo, a tecnologia, apesar dos seus benefícios, não resolve, por si só, os “problemas do mundo”.

Esses problemas continuam se as pessoas não mudarem o seu comportamento. Um bom exemplo são os efeitos das alterações climáticas causados no planeta pela intervenção humana. A Igreja Católica deve estar disponível para construir pontes, não para derrubá-las.



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